8 de Abril 9h muito sol!
Como aquece bastante é melhor pensar no protector solar antes de sair de casa e colocar chapéu e óculos escuros.
Pequeno almoço tomado e aí vou eu! Inicio a minha caminhada matinal de cerca de 3km e encho bem o peito de ar perfumado de pinheiro e flor de laranjeira. Passo o dia no palacete a realizar as tarefas programadas. Não todas, por falta de tempo! Ao final do dia regresso acompanhada por uma vizinha amiga, mas durante todo o tempo vou a pensar no choco com favas, o belo repasto que me espera.! Belíssimo este prato típico da minha terra e de que já tinha saudades.
Continua o tempo agradável e ainda vamos até à marina para "desmoer". Já se ouve o grilo a cantar, sinal de que o calorzinho chegou. Vou agora dormir e fechar os estores, para não ser acordada pela luz do farol..
Começam a apertar saudades do meu marido e a desejar que chegue depressa o dia seguinte!
12 de abril de 2014
11 de abril de 2014
7 de Abril
Adormeci com o feixe luminoso do farol que passa pela minha janela e acordei com o chilrear de dezenas de andorinhas que voam razando a minha varanda, o arrulhar das rolas na mata e o grito das canoras gaivotas cruzando o rio.
Sabe-me bem ouvir esta sinfonia, mas reparo que o sol vai alto e esperam-me alguns afazeres! Saio de casa, atravesso a praça perfumada de flores de laranjeira e vou "cumprimentar " o meu manso e esplendoroso rio Guadiana . Dois dedos de conversa com o primo Mário e começa o meu dia!
Já está a "morrer" o Sol , quando volto a casa. Agora, na varanda observo as 3 faixas de cores diferentes no horizonte, do azul ao cinza rosado. Amanhã deverá estar um belo dia!
Adormeci com o feixe luminoso do farol que passa pela minha janela e acordei com o chilrear de dezenas de andorinhas que voam razando a minha varanda, o arrulhar das rolas na mata e o grito das canoras gaivotas cruzando o rio.
Sabe-me bem ouvir esta sinfonia, mas reparo que o sol vai alto e esperam-me alguns afazeres! Saio de casa, atravesso a praça perfumada de flores de laranjeira e vou "cumprimentar " o meu manso e esplendoroso rio Guadiana . Dois dedos de conversa com o primo Mário e começa o meu dia!
Já está a "morrer" o Sol , quando volto a casa. Agora, na varanda observo as 3 faixas de cores diferentes no horizonte, do azul ao cinza rosado. Amanhã deverá estar um belo dia!
Dia 6 de Abril- nova viagem, rumo ao Sul.
15h- Grande azáfama no terminal rodoviário. O autocarro com lotação completa, inicia a viagem.Atravessamos a ponte 25 de Abril com o sol a espelhar-se no rio , quase até à sua entrada no oceano.Pontuam-no pontos brancos das pequeninas velas dos barquinhos optimiste em regata! Entre os passageiros ouvem-se várias línguas, do mandarim ao português do Brasil. , algumas crianças e muitos jovens. Uns teclam nos pequenos computadores, outros, de cadernos e livros abertos sublinham e folheiam ávidamente. Vamos descendo a planície alentejana sobrevoada por cegonhas e peneireiros, que espreitam lá do alto em busca de uma possível presa.
Chegamos a Faro. Os jovens saem e o nosso autocarro prossegue a viagem. Como mudaram os tempos : penso de mim para mim! Há alguns anos o êxodo dos estudantes fazia-se apenas no sentido Sul-Norte, e a língua que se ouvia era apenas o português.Hoje, temos uma proximidade e escolha infinitamente maior de universidades e uma multiculturalidade que nos tràs pedaços do mundo! Afinal nos tempos que vivemos nem tudo é menos bom!
15h- Grande azáfama no terminal rodoviário. O autocarro com lotação completa, inicia a viagem.Atravessamos a ponte 25 de Abril com o sol a espelhar-se no rio , quase até à sua entrada no oceano.Pontuam-no pontos brancos das pequeninas velas dos barquinhos optimiste em regata! Entre os passageiros ouvem-se várias línguas, do mandarim ao português do Brasil. , algumas crianças e muitos jovens. Uns teclam nos pequenos computadores, outros, de cadernos e livros abertos sublinham e folheiam ávidamente. Vamos descendo a planície alentejana sobrevoada por cegonhas e peneireiros, que espreitam lá do alto em busca de uma possível presa.
Chegamos a Faro. Os jovens saem e o nosso autocarro prossegue a viagem. Como mudaram os tempos : penso de mim para mim! Há alguns anos o êxodo dos estudantes fazia-se apenas no sentido Sul-Norte, e a língua que se ouvia era apenas o português.Hoje, temos uma proximidade e escolha infinitamente maior de universidades e uma multiculturalidade que nos tràs pedaços do mundo! Afinal nos tempos que vivemos nem tudo é menos bom!
1 de abril de 2014
1 de abril- dia das mentiras!
Já não há! não se distingue dos outros dias do ano. Infelizmente todos os dias, nos dizem mentiras e aldrabices ! tenho saudades, tantas, dos tempos das mentiras engraçadas e que não prejudicavam a vida das pessoas!
Agora mentem, sem a mínima habilidade para tal e vindas de onde não seria previsível. Cada qual a competir a ver quem mais mente! Há por aí rapazes com um nariz de metro e meio! É um fartar vilanagem\!
A propósito: será hoje dia um de abril? Ou é mentira?
Já não há! não se distingue dos outros dias do ano. Infelizmente todos os dias, nos dizem mentiras e aldrabices ! tenho saudades, tantas, dos tempos das mentiras engraçadas e que não prejudicavam a vida das pessoas!
Agora mentem, sem a mínima habilidade para tal e vindas de onde não seria previsível. Cada qual a competir a ver quem mais mente! Há por aí rapazes com um nariz de metro e meio! É um fartar vilanagem\!
A propósito: será hoje dia um de abril? Ou é mentira?
4 de março de 2014
3 de março. 
Foi num dia 3 de março de algumas décadas e picos , que me aconteceu um momento muito feliz! feliz e ao mesmo tempo muito preocupante e expectante!
a noite de 3 para 4 de março foi longa . Na minha cabeça ia um turbilhão de ideias. O meu trabalho ia-se desenvolvendo em modo piloto automático! Que fazer? Que decidir?
O dia 4 amanheceu solarengo , mas frio. A minha alma estava quente de sensações aconchegantes, mas a cabeça bloqueada! Passaram dias e meses estonteantes! O ano chegou ao fim e a decisão para o futuro estava tomada!
DEUS meu, como foi difícil e aventureiro esse ano!
Tanta água correu debaixo das pontes, tantos obstáculos difíceis e muitas alegrias também. Foi Deus que pôs no meu caminho tudo isto? Quem mais poderia ser? Obrigada SENHOR .

Foi num dia 3 de março de algumas décadas e picos , que me aconteceu um momento muito feliz! feliz e ao mesmo tempo muito preocupante e expectante!
a noite de 3 para 4 de março foi longa . Na minha cabeça ia um turbilhão de ideias. O meu trabalho ia-se desenvolvendo em modo piloto automático! Que fazer? Que decidir?
O dia 4 amanheceu solarengo , mas frio. A minha alma estava quente de sensações aconchegantes, mas a cabeça bloqueada! Passaram dias e meses estonteantes! O ano chegou ao fim e a decisão para o futuro estava tomada!
DEUS meu, como foi difícil e aventureiro esse ano!
Tanta água correu debaixo das pontes, tantos obstáculos difíceis e muitas alegrias também. Foi Deus que pôs no meu caminho tudo isto? Quem mais poderia ser? Obrigada SENHOR .
28 de fevereiro de 2014
Haja saúde e Sol!
Obrigada Sr: Deus da natureza! Hoje na minha janela bate o sol desde o meio dia. Obrigada Deus do Sol.! A minha amiga ameixeira está radiante. Já me bateu várias vezes com uns raminhos carregadinhos de lindas flores, nos vidros, como que a dizer: olha como estou bela! E o aroma que deixa no ar? Não fica atràs da sra: Tília, muito mais ramuda e robusta, cujas florinhas em cacho, gostam mais da frescura das noites de junho/ julho., ou do sr: jasmim,que ocupa uma posição mais estratégica no jardim e fica mais afastado da ameixeira e da minha janela. A nós só nos chega,o seu aroma, quando o vento vem do sul ou sueste e o empurra.
Não fora as duas casuarinas que ocupam o canto mais largo do jardim e que tal como duas torres gemeas nos abafam o som, mas ao mesmo tempo nos escondem o pôr do sol, tudo neste espaço seria bem mais harmonioso do nascer do Sol ao anoitecer.
Será que alguém acha graça a estas casuarinas feias , altas e escuras? Nem os alegres passarinhos, grandes ou pequenos, pois as suas agulhas escorregadias nem para eles poisarem servem! dizem-me: tudo na natureza tem a sua utilidade e eu penso: algumas árvores, muito pouca! RAIOS!

Obrigada Sr: Deus da natureza! Hoje na minha janela bate o sol desde o meio dia. Obrigada Deus do Sol.! A minha amiga ameixeira está radiante. Já me bateu várias vezes com uns raminhos carregadinhos de lindas flores, nos vidros, como que a dizer: olha como estou bela! E o aroma que deixa no ar? Não fica atràs da sra: Tília, muito mais ramuda e robusta, cujas florinhas em cacho, gostam mais da frescura das noites de junho/ julho., ou do sr: jasmim,que ocupa uma posição mais estratégica no jardim e fica mais afastado da ameixeira e da minha janela. A nós só nos chega,o seu aroma, quando o vento vem do sul ou sueste e o empurra.
Não fora as duas casuarinas que ocupam o canto mais largo do jardim e que tal como duas torres gemeas nos abafam o som, mas ao mesmo tempo nos escondem o pôr do sol, tudo neste espaço seria bem mais harmonioso do nascer do Sol ao anoitecer.
Será que alguém acha graça a estas casuarinas feias , altas e escuras? Nem os alegres passarinhos, grandes ou pequenos, pois as suas agulhas escorregadias nem para eles poisarem servem! dizem-me: tudo na natureza tem a sua utilidade e eu penso: algumas árvores, muito pouca! RAIOS!
27 de fevereiro de 2014
PAI.
Palavra
pequena
Doce e
serena,
Enorme
significado,
Tem forma de
coração,
Aroma de
rebuçado.
É muito
alto,
Quando nos
põe às cavalitas,
Medo das
alturas!
Mas não
choramos,
Logo as suas
mãos,
Seguras,
encerram,
As nossas
mãozitas.
Leva-nos à escola,
E vai
embora.
E agora?
Voltará?
Medo outra
vez,
Mas à hora
da saída,
De sorriso
aberto,
Ele lá está.
Passou algum
tempo,
O Pai
orgulhoso,
Leva a filha
ao altar,
Espera agora
os netos,
E os seus
olhos expectantes,
Voltarão a
brilhar,
E mais tempo
depois,
O pai grande
e forte,
Envelheceu,
Ficou
doente,
Outra vez o
medo!
Seguro agora
eu,
A Sua frágil
mão,
Afago-lhe o
rosto,
E guardo-o
para SEMPRE,
No meu
coração!
Fevereiro de
2014
Fátima Dias
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